Como funciona o empréstimo? Entenda

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Quem aí já esteve numa situação financeira um pouco mais alarmante que o normal? E já se perguntou como funciona o empréstimo?

Essa situação, ainda muito presente na vida de milhões de brasileiros, faz com que as pessoas endividadas recorram aos mais diversos meios para conseguir quitar as suas dívidas e sair do vermelho. E um dos principais meios buscados ainda são os famosos empréstimos.

Mas será que essa é a melhor solução para todos os casos? Quais os principais impactos – sejam positivos e negativos – e cuidados para se levar em consideração na hora de optar por essa opção?

Nesse conteúdo, explicamos como funciona esse método e quais os principais aspectos que devem ser levados em consideração antes de formalizar um empréstimo.

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O texto abordará os seguintes tópicos:

  • O que é um empréstimo?
  • Qual a finalidade de um empréstimo?
  • Tipos de empréstimos
  • Como fazer um empréstimo?
  • Qual a melhor opção?

O que é um empréstimo?

Muito se fala sobre essa função, mas muita gente ainda tem dúvidas sobre como funciona esse procedimento.

Um empréstimo bancário nada mais é do que um acordo feito entre a instituição financeira e o cliente.

Nela, o cliente solicita uma determinada quantia em dinheiro, que deve ser paga no futuro, com o acréscimo de juros. Alguns aspectos – como valor disponibilizado, taxas de juros e formas de realizar o pagamento – pode variar bastante de um banco para outro.

Qual a finalidade de um empréstimo?

Isso fica a critério de cada um.

Diferente de outros tipos de transações – como o financiamento, que possui uma destinação específica, como a compra de uma casa ou carro – o empréstimo pode ser usado como o solicitante achar melhor: seja para quitar dívidas, realizar uma viagem, casar, reformar a casa ou até mesmo resolver algum imprevisto financeiro.

Tipos de empréstimos

Empréstimo pessoal

O modelo de empréstimo mais conhecido, o empréstimo pessoal costuma estar disponível na maioria dos bancos, fazendo com que o acesso seja mais facilitado.

Nessa opção, o cliente consegue ter acesso ao dinheiro solicitado de forma rápida – cerca de 24 horas – direto na sua conta corrente. Mas, apesar de ser uma opção acessível, esse modelo ainda apresenta algumas restrições.

Pessoas com o nome negativado – o famoso “nome sujo” – na grande maioria dos casos não consegue obter o empréstimo, já que o banco entende que as chances de inadimplência em casos assim são maiores.

Outra desvantagem que afeta quem solicita o empréstimo são as taxas de juros pagas pelo cliente, que costumam ser mais altas que o normal. 

Empréstimo consignado

Outra opção bem conhecida no mercado é o empréstimo consignado.

Nesse modelo de crédito, ao pegar determinada quantia em dinheiro, as parcelas para o pagamento são debitadas automaticamente na folha de pagamento salário ou benefício – pensão ou aposentadoria, por exemplo – do cliente.

Apesar da vantagem de ser um empréstimo que possui juros mais baixos que o pessoal, o empréstimo consignado é acessível apenas para clientes aposentado ou pensionistas do INSS

Cheque especial

Disponível para milhões de brasileiros que possuem conta corrente, o cheque especial também pode ser classificado como um tipo de empréstimo. A contratação – na maioria dos casos – é feita automaticamente, quando a conta do cliente entra no negativo. O famoso “vermelho”.

Apesar de ser uma forma bem prática – já que pode contratado sem muita burocracia – e flexível de cobrir o saldo devedor da conta corrente, deve-se tomar cuidado com o cheque especial, já que as taxas de juros costumam ser bem altas. Por isso, o ideal é utilizá-lo somente em casos de imprevistos.

Como fazer um empréstimo?

Hoje em dia, para realizar um empréstimo é mais fácil do que era há alguns anos.

Para solicitar o seu, basta ir até a sua agência bancária com seus documentos pessoais em mãos para saber mais sobre as opções de empréstimos disponíveis para você.

Além disso, algumas instituições ainda oferecem a opção de fazer a simulação de empréstimo e solicitação diretamente pela internet, sem precisar sair de casa.

Mas atenção: para que você consiga decidir qual modelo de empréstimo é o ideal para você, não esqueça de analisar bem as taxas de juros e o prazo de pagamento que as ofertas das instituições financeiras te oferecem.

Isso é importante, pois existem alguns bancos que oferecem juros altíssimos e prazos de pagamento que podem não se encaixar no seu bolso. Por isso, atente-se a isso para poder escolher um empréstimo que mais combina com a sua realidade – e com o seu bolso.

Cuidados necessários na hora de fazer um empréstimo

Na hora de fazer o seu empréstimo, há algumas coisas que devem ser analisadas para que você tome a decisão certa e escolha o investimento que é a sua cara.

Taxas de juros

A primeira delas – como já mencionado anteriormente – é a taxa de juros oferecida pelo banco. Essa taxa pode variar bastante de instituição para instituição. Por isso a atenção na hora de buscar uma boa opção para o seu bolso é essencial

Carência de parcelas

Outro fator muito importante na tomada de decisão é o prazo de carência até o início das parcelas. Na maioria dos casos, quanto mais carência houver para a data do início do pagamento, maior serão os juros presentes.

Cuidado com golpes

Além das armadilhas que podem existir nos contratos, outro ponto que exige atenção é com os famosos golpes.

Existem inúmeras quadrilhas especializadas em aplicar golpes envolvendo empréstimos e linhas de crédito. Inclusive, há também empresas que servem de fachada para que esses golpes sejam aplicados.

Por isso, dê prioridade para empresas conhecidas e desconfie sempre de condições de pagamento muito vantajosas, ou taxas de juros que parecem boas demais para ser verdade. Você pode estar caindo em um golpe!

Qual a melhor opção de empréstimo?

Levando em consideração o que apresentamos para você, o empréstimo pessoal pode ser a opção mais viável para o público geral, já que é mais fácil e acessível.

Mas, caso você faça parte do público que pode optar pela opção do consignado, é uma boa ideia, já que os juros são menores.

A verdade é que a escolha tem que ser feita levando em consideração as suas necessidades e o tipo de crédito que mais se encaixa com elas.

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