Negociar as dívidas: veja por onde começar

Embora mais da metade da população brasileira esteja endividada, a maioria não sabe por onde começar a negociar as dívidas, o que pode piorar ainda mais a situação. Leia o texto e saiba mais!

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Hoje em dia, com a inconstância da economia em todas as áreas, o risco da inadimplência pode a qualquer momento bater à porta, e as dívidas virarem uma dor de cabeça incalculável.

Por isso, é importante saber como e por onde começar a negociar as dádivas, para sair desse poço aparentemente sem fundo, mas que é possível sair.

Em suma, se endividar não é algo incomum, isso pode acontecer com qualquer pessoa, principalmente no início do ano, com dívidas do passado, presente e futuro.

Mas, ficar olhando para o problema e se lamentar não vai resolver nada, muito pelo contrário, isso só vai te trazer mais transtornos físicos e psicológicos.

Continue a leitura e veja algumas dicas para começar a sair das dívidas.

    Por onde começar a negociar as dívidas?

    O endividamento não é algo fácil para ninguém, mas é possível controlar a situação tomando algumas medidas e mudando alguns hábitos.

    Veja como você pode começar a se organizar para sair das dívidas:

    1. Saber o quanto está endividado

    A princípio, antes de tomar qualquer medida, é essencial saber a sua real situação financeira.

    Faça uma lista das dívidas pendentes, valores de juros, prazos, credores, dívidas com amigos ou familiares, essa ação imediata vai te ajudar a entender a sua capacidade de pagamento.

    Nesse sentido, se possível faça a famosa planilha móvel ou digital, para que você tenha um panorama organizado de tudo. 

    2. Contacte os seus credores

    Esse segundo passo é importante para você entender os prazos, a dimensão dos juros, e o custo total da dívida a ser parcelada.

    Assim como, saber quais as condições que a instituição a qual você deve te oferecer para resolver o seu caso.

    Ter a ciência da parcela mensal é muito importante, mas obter um prazo que se encaixe na sua situação é importantíssimo, assim como os juros estabelecidos para que você se organize.

    Lembre-se, da parcela da dívida será um custo fixo no seu orçamento mensal por um longo tempo, dependendo da negociação.

    Ou seja, a parcela vai dividir espaço com suas despesas fixas de moradia, transporte, alimentação, entre outros.

    + Estresse financeiro: o que é e como evitar?

    3. Desenvolva um orçamento

    Para que você consiga negociar as dívidas será necessário fazer um orçamento minucioso para entender qual o valor que será destinado para pagar as dívidas.

    Dessa forma, de prioridade para as despesas essenciais e veja como será possível economizar para conseguir mais fundos e pagar as dívidas.  

    A pessoa terá que ser honesta com suas despesas fixas e variáveis, isso é importante.

    Bem como, ter uma quantia para gastos fixos, um valor para guardar na reserva de emergência e outro valor para as despesas inesperadas.

    Em suma, busque comprometer ao máximo 70% dos seus ganhos, assim os outros 30% servirá de reserva para programa o apagamento das coisas diversas.

    Infográfico por onde começar a negociar as dívidas

    4. Explore as formas de negociação

    Inicie o processo de negociação com os credores e tente explicar a sua situação financeira e fala das dificuldades para poderem chegar a um acordo.

    As empresas muitas vezes optam por receber algum valor em vez de não receber nada, e acabam oferecendo boas condições de negociação.

    Procure explorar várias formas e opções de negociação, com possibilidade de diminuir as taxas de juros e o aumento do prazo para pagar.

    Bem como, se possível, o pagamento total da dívida com um desconto especial.

    5. Tenha os termos acordados por escrito

    Quando for negociar as dívidas, procure ter os termos da negociação acordados por escrito, antes de realizar qualquer pagamento ou compromisso.

    Isso serve para evitar confusões futuras, e ter uma referência clara e objetiva do acordo realizado.  

    Afinal, não adianta fazer um acordo e uma das partes retroceder, o importante é que ambos honrem os seus compromissos.

    6. Não negocie acordos que não possa cumprir

    Vale destacar que é muito importante que a pessoa seja extremamente realista na hora de renegociar suas dívidas.

    Dessa forma, procure ser realista em relação à sua capacidade de honrar seus compromissos.

    Por isso, não aceita condições de pagamentos que você não consiga arcar, e acabar se individuando mais ao tentar pagar outras dívidas, não faz sentido algum!

    7. Mantenha o controle

    Depois de negociar as dívidas, é importante que você mantenha a disciplina e o controle em relação ao seu orçamento. 

    Além disso, faça o acompanhamento dos seus gastos, sempre mantendo um fundo de emergência para não contrair outras dívidas.

    Inclusive, será preciosa uma vida mais regrada com relação a seus gastos mensais e anuais também.

    Assim, busque aconselhamento financeiro profissional, há na internet boas dicas gratuitas que vão te ajudar nessa questão.

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    8. Procure se educar financeiramente

    Por fim, é essencial procurar se educar financeiramente, para que você consiga organizar e gerenciar melhor as suas finanças e futuros investimentos.

    Isso vai lhe dar o conhecimento necessário para tomar decisões assertivas e contundentes a respeito das finanças.

    Conclusão

    Negociar as dívidas vai trazer benefícios não só financeiros, como psicológicos e emocionais para você e sua família.

    Por isso, não perca tempo se lamentando e vá à luta para sair dessa situação.

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